O protestantismo
Lutero teve apoio de Felipe Melanchton, professor da Universidade de Wittenberg, para consolidação da sua doutrina. Seu amigo, redigiu a “Confissão de Augsburgo”, em 1530, um documento composto por 21 artigos que defendiam o protestantismo e indicavam 7 erros da Igreja.
Deste modo, a Reforma Protestante teve como principal resultado a divisão da Igreja do Ocidente entre católicos romanos e reformados ou protestantes (que originaram o protestantismo).
Os reformadores resumem suas crenças básicas em cinco solas:
• Sola fide (somente a fé)
• Sola scriptura (somente a Escritura)
• Solus Christus (somente Cristo)
• Sola gratia (somente a graça)
• Soli Deo gloria (glória somente a Deus)
Alcançado pelos ideais da Reforma Protestante, a França e a Holanda tiveram como principal líder João Calvino, que formulou a “doutrina da predestinação”. Para ele, a salvação não dependia dos fiéis, mas sim de Deus que escolhia as pessoas que deveriam ser salvas.
A síntese das doutrinas luteranas e calvinistas, com traços da liturgia católica, transformou a Inglaterra em uma nação oficialmente protestante, nascendo assim a Igreja Anglicana.
John Knox, discípulo de Calvino, introduziu o protestantismo na Escócia. As igrejas eram governadas por religiosos eleitos pela comunidade, os chamados presbíteros, livres da tutela do Estado. Os fiéis são nomeados de presbiterianos.

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